No universo dos benefícios previdenciários, poucas dúvidas mexem tanto com o cotidiano dos trabalhadores quanto o direito aos auxílios e aposentadorias por limitações causadas por problemas na coluna. Afinal, quando a dor lombar limita o andar, o levantar e até o sono, é impossível não pensar em buscar ajuda. A história de quem sofre com transtornos dos discos intervertebrais encontra respaldo nos caminhos do INSS, especialmente à luz do código CID M51. Este artigo detalha como essa classificação internacional de doenças se relaciona com benefício por incapacidade, atendendo à missão do projeto INSS de trazer luz, orientação e apoio para quem busca afirmação de direitos previdenciários diante de diagnósticos complexos.
Índice
O que é o CID M51 e sua relação com a doença dos discos intervertebrais?
CID M51 pode não soar familiar no primeiro instante, mas para milhares de brasileiros é um código que passa a fazer parte da vida clínica, burocrática e emocional. Ele pertence à Classificação Internacional de Doenças (CID), atualmente na versão 10, e diz respeito a “outros transtornos dos discos intervertebrais“, conceito que inclui diversas alterações degenerativas e mecânicas na estrutura dessas almofadas presentes entre as vértebras.
Segundo especialistas, como o ortopedista Dr. Lucas Pereira, “o CID M51 cobre quadros que vão desde a degeneração e desidratação do disco até rupturas e perda da função, podendo ser encontrado em diferentes regiões da coluna, com manifestações variáveis.” Isso porque cada subcategoria do M51 indica uma situação diferente, como apresentado a seguir:
- M51.0 – Transtornos do disco cervical com mielopatia
- M51.1 – Outros transtornos do disco intervertebral lombar com radiculopatia
- M51.2 – Outros transtornos do disco intervertebral com mielopatia
- M51.3 – Outros transtornos especificados do disco intervertebral
Na CID-11, que está em processo de adoção em parte do mundo, o diagnóstico ganha ainda mais especificidade. Por exemplo, a categoria FA80.3 passa a designar a degeneração do disco intervertebral da coluna cervical com envolvimento neurológico. Esse detalhamento ajuda na definição do quadro clínico, na documentação médica e, principalmente, no direcionamento correto do pedido de benefício junto ao INSS.
O código da doença sozinho não garante aposentadoria, é preciso comprovar incapacidade!
Como a CID M51 é classificada na CID-10 e na CID-11
No cotidiano das perícias médicas e dos pedidos previdenciários, a maioria dos laudos ainda usa a CID-10, que inclui o M51 e suas subdivisões. Essa organização permite separar, por exemplo, alterações nos discos cervicais (pescoço), lombares (região inferior das costas) e torácicos (meio das costas), alinhando os sintomas do paciente ao resultado esperado do tratamento.

A transição para a CID-11, implementada já em muitos países, mas ainda lenta no Brasil, traz descrições mais minuciosas. Veja como se dá esse detalhamento:
- A degeneração do disco intervertebral da região cervical passa a ter codificação FA80.3, especificando o envolvimento do sistema nervoso.
- São indicadas quais raízes ou estruturas estão comprometidas pela inflamação, compressão ou degeneração.
- A documentação médica passa a exigir informações mais abrangentes, o que pode influenciar diretamente a perícia no INSS.
Para quem aguarda resposta do instituto, essas nuances fazem diferença no resultado. O projeto INSS orienta que todo documento médico deve conter a maior quantidade de detalhes possível, auxiliando na análise do processo por parte do perito e evitando negativas por falta de informação.
Principais causas dos distúrbios discais e sintomas associados
Transtornos do disco intervertebral, reconhecidos no CID M51, estão entre as causas de dor lombar, que é, segundo dados do Ministério da Saúde, a principal razão de incapacidade no mundo. Dois fatores se destacam como causas comuns: o envelhecimento, com desgaste natural dos discos, e atividades que impõem esforço físico contínuo, como trabalho pesado, além da permanência prolongada sentado ou em má postura.
Em 2023, por exemplo, a hérnia de disco foi a principal responsável por afastamento do trabalho no Brasil, segundo números do Ministério da Previdência Social: 51,4 mil trabalhadores ficaram temporariamente incapacitados devido à doença. O impacto é nacional, de Norte a Sul, profissionais de diferentes setores, do escritório à agricultura, enfrentam sintomas que mudam o ritmo da vida laboral.

Os sintomas que apontam para um distúrbio discal incluem:
- Dor intensa, geralmente nas costas ou irradiada para as pernas ou braços
- Formigamento, especialmente nas extremidades
- Fraqueza muscular ou dificuldade de locomoção
- Alterações na sensibilidade ou reflexo
- Em casos graves, perda do controle da bexiga ou do intestino
Esses sinais preocupam e, muitas vezes, levam à procura por auxílio médico e pedidos de afastamento laboral. Na região Nordeste, por exemplo, foram registrados 872 casos relacionados ao CID M51 em acidentes de trabalho só em 2022 segundo o Ministério, enquanto na Centro-Oeste, o número chegou a 227 em 2023 de acordo com registros oficiais.
Por que a CID M51 não garante aposentadoria automaticamente?
Nem todo diagnóstico de transtorno discal assegura, por si só, um benefício previdenciário definitivo. O entendimento, divulgado pelo INSS e reiterado por advogados previdenciários e médicos peritos, é que o código da doença serve como ponto de partida para a análise da capacidade laboral, mas não constitui critério único e suficiente para a concessão da aposentadoria por invalidez.
A legislação previdenciária determina que, para a aposentadoria por invalidez, o trabalhador deve apresentar incapacidade total e permanente para qualquer tipo de trabalho. Ou seja, não basta estar impedido temporariamente ou de exercer a profissão habitual, é necessário que não exista qualquer possibilidade de reabilitação para outra atividade profissional, considerando limitações de saúde, idade, escolaridade e contexto social.
A perícia médica é determinante! Sem ela, o código CID não garante benefício.
Isso explica por que é muito mais comum que pessoas com diagnóstico de distúrbios discais requeiram e recebam o auxílio-doença, benefício concedido diante de incapacidade temporária, do que a aposentadoria por invalidez.
Quando a doença do disco pode levar ao auxílio-doença do INSS?
O auxílio-doença, também chamado atualmente de benefício por incapacidade temporária, é frequentemente solicitado por quem enfrenta a dor das alterações discais. Mas o acesso ao benefício depende de certos requisitos definidos pela legislação:
- Carência mínima de 12 meses de contribuição (exceto em casos de acidente de trabalho ou doenças graves, conforme lista do INSS)
- Manutenção da qualidade de segurado, ou seja, estar em dia com as contribuições ao INSS
- Comprovação de incapacidade temporária, por tratamento e laudo médico
- Realização de perícia médica do INSS, que avalia e decide o pedido
A presença do código CID M51 no laudo é relevante para direcionar o trabalho do perito, mas o ponto central é demonstrar que a atividade laboral não pode ser realizada enquanto ocorrerem os sintomas.

Segundo a experiência de advogados e profissionais do projeto INSS, é fundamental apresentar o quadro clínico atualizado e relatórios médicos detalhados. A documentação médica costuma ser o maior diferencial nas decisões do INSS.
Quais documentos são necessários para o pedido?
No momento da solicitação do benefício junto ao INSS, a lista de documentos recomendados inclui:
- Documento de identificação com foto (RG ou CNH) e CPF
- Comprovante de residência atualizado
- Carteira de trabalho e últimos contratos
- CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais), obtido no site do Meu INSS
- CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho), se for o caso
- Exames que comprovem o diagnóstico, como ressonância magnética, tomografia ou raio-X
- Relatórios médicos atualizados, preferencialmente de especialista (ortopedista, reumatologista, fisiatra, neurologista)
- Comprovante de tratamentos, internações ou afastamentos prévios
- Comprovantes de contribuições ao INSS (guias, carnês etc.)
Quanto mais completo o conjunto de documentos apresentados, maiores as chances de reconhecimento do direito ao benefício nas análises do Instituto.
Existe diferença entre auxílio-doença e aposentadoria por invalidez para casos de doença no disco intervertebral?
De maneira didática, o auxílio-doença, previsto na legislação previdenciária, é destinado a segurados temporariamente incapazes por causa de doença ou acidente. Na maioria dos casos de doença discal, o afastamento tende a ser temporário, com possibilidade de retorno após reabilitação.
A aposentadoria por invalidez, por sua vez, é reservada àqueles que, após reabilitação e esgotamento das opções de tratamento, continuam permanentemente incapazes de exercer qualquer ocupação profissional. O INSS exige laudo pericial conclusivo, reiterado por exames complementares e relatórios médicos detalhados, geralmente de especialista.
Tratamento adequado, laudos e perícia são o tripé para decisão do INSS.

Muitos processos de indeferimento ocorrem por ausência de laudos ou exames atualizados, além de falta de detalhamento a respeito dos impactos da doença na rotina do paciente. É comum a recomendação de reabilitação profissional para atividades compatíveis, especialmente se as limitações são localizadas em movimentos específicos.
O projeto INSS mantém a orientação de que, para qualquer resultado negativo, é possível apresentar recurso administrativo ou buscar assessoria jurídica especializada, como nas categorias de orientações legais do portal.
Como a perícia médica avalia os casos de transtornos do disco intervertebral?
A perícia médica é um processo obrigatório nos pedidos de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez cujos motivos se relacionam a transtornos discais. O INSS designa um profissional para analisar presencialmente a condição do segurado, conferindo não apenas o laudo, mas também a resposta corporal ao movimento, o grau de dor relatado, as limitações práticas e o resultado dos exames apresentados.
Segundo relatos como o da advogada Dra. Silvia Dias, “a narrativa do paciente durante a perícia tem peso primordial, pois precisa traduzir em palavras e movimentos o impacto da doença na vida produtiva.” Algumas dicas úteis da experiência do projeto INSS são:
- Levar todos os exames originais e cópias
- Solicitar laudo detalhado do médico assistente apontando limitações e prognóstico
- Estar preparado para demonstrar as restrições (andar, sentar, levantar, carregar peso etc.)
- Relatar sinceramente o histórico dos sintomas e dos tratamentos tentados
Ao final da perícia, o perito pode:
- Aprovar o benefício temporário (auxílio-doença), com prazo determinado para revisão
- Negar o pedido, sugerindo retorno ao trabalho ou novo tratamento
- Recomendar a reabilitação profissional em caso de incapacidade parcial
- Indicar aposentadoria por invalidez em situações extremas, sem perspectiva de reabilitação
O diagnóstico detalhado do CID M51, associado aos exames complementares e à descrição do quadro funcional, é essencial para esse processo. Mas o laudo médico comprove, o que mais pesa é demonstrar a impossibilidade real de desempenhar função remunerada.
Quais especialistas podem elaborar os laudos para fins de benefício?
O laudo médico é item obrigatório no pedido de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez. Para o INSS, aceitam-se relatórios de especialistas habituados à avaliação de doenças da coluna, conforme a manifestação apresentada:
- Ortopedista: avalia alterações estruturais, fraturas, hérnias, alterações degenerativas
- Reumatologista: investiga doenças articulares inflamatórias ou sistêmicas
- Fisiatra: foca na reabilitação motora e funcional
- Neurologista: orienta casos de comprometimento da medula ou raízes nervosas
Esses profissionais são reconhecidos pelo INSS e devem detalhar os sintomas, os achados de exames e as consequências funcionais da doença. O projeto INSS reforça a recomendação de buscar laudo especializado, preferencialmente de um desses profissionais, em caso de indeferimento ou dúvidas de laudo insuficiente.
Existe um único código CID que garante benefício automático para problemas na coluna?
Não existe na legislação previdenciária qualquer código que, isoladamente, garanta benefício automático. O direito é sempre analisado caso a caso, levando em conta os sintomas, o tratamento realizado e a resposta do paciente. Tanto para distúrbios discais (CID M51), quanto para diagnósticos como hérnia de disco, fibromialgia, artrose, entre outros, não se exige um código específico.
Toda vez que a incapacidade permanente não puder ser atestada, ainda que o diagnóstico exista, haverá negativa do pedido de aposentadoria por invalidez. Nesses casos, o mais recorrente é a concessão de auxílio-doença para tratamento, fisioterapia, procedimentos médico-cirúrgicos e reabilitação.
Para exemplos práticos e relatos reais, o leitor pode consultar conteúdos detalhados disponíveis na categoria de aposentadoria.
Dicas para lidar com a negativa do INSS por CID M51
Infelizmente, é comum o indeferimento do benefício em casos de doenças discais pelo próprio INSS. Os motivos mais frequentes são:
- Ausência de laudo atualizado e detalhado
- Documentação incompleta
- Falta de descrição de incapacidade funcional
- Não comprovação de tratamento, internação, reabilitação ou agravamento do quadro
Se ocorrer a negativa, algumas atitudes sugeridas pelo projeto INSS podem ajudar:
- Solicitar ao médico um novo laudo, mais detalhado, descrevendo restrições funcionais e anatomopatológicas
- Incluir exames recentes (ressonância, tomografia, eletroneuromiografia, ultrassom, etc.)
- Juntar comprovantes de tratamento, receitas e evoluções
- Fazer novos agendamentos de perícia, adicionando documentos que faltaram
- Procurar auxílio de advogado especializado em direito previdenciário
Na página de direitos dos segurados, o segurado encontra informações sobre os possíveis recursos administrativos e judiciais, além de prazos e orientações sobre documentação.
Recuperação e tratamento: O que o INSS espera do segurado?
Grande parte das alterações discais pode ser tratada com fisioterapia, medicamentos e orientações posturais. Só em casos refratários, com indicação cirúrgica, há chance real de concessão de benefício permanente.
O que o INSS espera, administrativamente, é que o segurado se comprometa a comparecer às reavaliações, apresente relatórios sobre evolução do quadro e tente todas as opções de tratamento oferecidas ou recomendadas. Isso inclui:
- Fisioterapia ambulatorial ou domiciliar
- Medicação analgésica, anti-inflamatória ou neuromoduladora
- Procedimentos minimamente invasivos, como infiltrações ou radiofrequência
- Cirurgia de descompressão e reparo, nos quadros graves
- Reabilitação funcional em centros especializados
Essa conduta demonstra ao perito ou ao magistrado, em processo judicial, o esforço do paciente em melhorar ou se adaptar, além de ser fator relevante para evitar negativas por abandono de tratamento.
A experiência de outros segurados publicada no projeto INSS mostra que a busca ativa por tratamento e documentação completa é uma das maiores garantias de sucesso na análise dos benefícios.
Dúvidas comuns atendidas pelo projeto INSS em relação ao CID M51
O projeto INSS tem acompanhado milhares de segurados com doenças do disco que buscam orientações práticas sobre o processo de solicitação de benefícios. As perguntas são variadas, mas algumas aparecem quase sempre:
- Ter uma doença na coluna dá direito automático a afastamento?
- Quais exames precisam ser apresentados em casos de doença discal?
- Qual especialista devo procurar para pedir o benefício?
- É obrigatório tentar tratamento antes de pedir aposentadoria?
- Quantas perícias posso fazer até o benefício definitivo?
As respostas para essas e outras questões podem ser consultadas em detalhes nas diversas orientações legais do nosso portal. A seguir, veja um resumo das principais orientações, de acordo com as regras do INSS e a vivência dos especialistas.
- Nenhum diagnóstico isolado garante benefício automático
- A documentação médica precisa ser completa, atualizada e detalhada
- Sintomas como dor, perda de força ou limitações de movimento devem estar explicitados
- O acompanhamento com fisioterapia e tentativa de reabilitação são exigidos antes de decisões definitivas
- A consulta com advogado previdenciário pode garantir defesa mais técnica em caso de negativa
Como compartilhar conhecimento e buscar informações seguras sobre o tema?
Encontrar informações corretas sobre os caminhos do INSS para quem convive com a limitação do disco intervertebral pode ser o divisor de águas entre desânimo e esperança. O projeto INSS se dedica a simplificar dúvidas, traduzir normas e auxiliar cada segurado a entender seus direitos, sem falsas promessas, com linguagem clara e foco na pessoa.
Para saber mais e acompanhar relatos reais, navegue pelas seções especializadas do portal, como as de aposentadoria e direitos, e compartilhe a informação com familiares, colegas de trabalho e amigos que também possam precisar desse tipo de orientação. A busca por profissionais qualificados e o compartilhamento de conhecimento são aliados fundamentais para garantir justiça e dignidade em todo o processo.
Conclusão: Os passos certos aumentam as chances de reconhecimento do direito
Ao longo deste artigo, ficou evidente que distúrbios dos discos intervertebrais são frequentes, multifatoriais e podem trazer desafios extras quando o tema é benefício previdenciário. Apenas o diagnóstico não basta: é a documentação detalhada, a busca por tratamento e a comprovação efetiva da incapacidade que abrem as portas do INSS. O projeto INSS atua como ponte entre o segurado e a legislação, esclarecendo dúvidas e acolhendo as demandas de quem precisa de informação confiável.
Se você ou alguém próximo enfrenta a incerteza do benefício por problemas no disco intervertebral, siga os passos que a experiência comprova: busque ajuda especializada, reúna laudos completos, mantenha atualizado o histórico dos tratamentos e não hesite em recorrer diante de negativas. Compartilhe este conteúdo e contribua com a missão do projeto INSS de orientar e transformar realidades. Apoio e orientação fazem toda diferença, faça parte dessa rede.
Perguntas frequentes sobre doença de disco e benefício previdenciário
O que é doença de disco na coluna?
Doença de disco é um termo geral para alterações nos discos intervertebrais, estruturas que se localizam entre as vértebras da coluna, atuando como amortecedores e facilitando o movimento. Essas doenças podem incluir degeneração, desidratação, hérnias ou fissuras, sendo causadas por envelhecimento, esforço físico repetitivo, má postura e fatores genéticos. Os sintomas variam, mas a principal queixa é a dor, podendo haver irradiação para braços ou pernas, formigamento, fraqueza e até alterações no controle esfincteriano em quadros graves.
Como conseguir auxílio-doença por hérnia de disco?
Para receber auxílio-doença por hérnia de disco é necessário comprovar a incapacidade para o trabalho, apresentar laudo e exames detalhados que demonstrem a limitação funcional, cumprir a carência mínima de 12 contribuições (salvo exceções) e manter a qualidade de segurado. O processo envolve agendamentos pelo portal Meu INSS, entrega da documentação e participação em perícia médica, que avaliará a necessidade e a duração do benefício.
Doença de disco sempre dá direito ao INSS?
Não. A existência de doença no disco intervertebral, sozinha, não assegura direito a benefício no INSS. A concessão depende de análise individual da incapacidade, da documentação apresentada, do período de carência cumprido e do resultado da perícia. O mais comum é o afastamento temporário (auxílio-doença), sendo aposentadoria excepcional e destinada a casos sem reabilitação possível.
Quais os sintomas para afastamento por disco?
Os sintomas que justificam afastamento, segundo especialistas do projeto INSS, incluem dor intensa e persistente nas costas, irradiada para membros, formigamentos, perda de força, dificuldades de locomoção e função e, em quadros graves, alterações no controle urinário ou intestinal. A força do laudo médico é fundamental para relacionar os sintomas à incapacidade para a função laborativa.
Quanto tempo dura o benefício por doença de disco?
O tempo de duração do auxílio-doença por doença discal é determinado pelo perito do INSS, considerando o prognóstico do tratamento e a resposta do paciente. O benefício pode durar poucos meses, com possibilidade de prorrogação, ou mais tempo em casos graves. Se a incapacidade for considerada permanente e irreversível, há chance de conversão para aposentadoria por invalidez, mas isso é pouco frequente.