Passar por um Acidente Vascular Cerebral (AVC) é algo transformador na vida de qualquer pessoa. Além da preocupação com a saúde e o impacto familiar, surgem dúvidas sobre como garantir um benefício do INSS que auxilie na recuperação e mantenha a segurança financeira. Cada detalhe conta nesse processo. O conteúdo produzido pela Dias Ribeiro Advocacia ajuda a entender, de forma clara, tudo o que é preciso saber sobre documentos e etapas para conquistar o seu direito após um AVC.
Índice
Entendendo como o INSS analisa quem sofreu AVC
Quem sofre um AVC costuma precisar de um tempo significativo de afastamento do trabalho, sendo comum o pedido de auxílio-doença ou até mesmo a aposentadoria por invalidez nos casos mais graves. O INSS avalia dois grandes pontos:
- Se a incapacidade para o trabalho está presente;
- Se os requisitos legais, como carência e qualidade de segurado, estão cumpridos.
Após o AVC, o segurado precisa reunir provas médicas e apresentar documentação que comprove sua condição e o impacto na vida laboral.
Essa análise é feita de forma individual, por meio de perícia médica, considerando os laudos, receitas, exames e até relatos pessoais.

Papelada organizada é mais do que meio caminho andado.
Tipos de benefício disponíveis para quem teve AVC
A legislação garante amparo a quem ficou incapacitado, mesmo que temporariamente, após um AVC. Os benefícios principais do INSS são:
- Auxílio-doença: Destinado a pessoas temporariamente incapacitadas para o trabalho. O afastamento deve passar de 15 dias.
- Aposentadoria por invalidez: Concedida nos casos em que, após tratamento, a incapacidade é considerada permanente.
- Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS): Caso a pessoa não tenha qualidade de segurado ou não contribua, mas viva em situação de vulnerabilidade social, é possível buscar o BPC, previsto na assistência social.
Documentos exigidos para solicitar benefício após AVC
Como aponta o conteúdo da Dias Ribeiro Advocacia, a etapa de organização dos documentos é essencial para o processo. Todo detalhe ajuda:
- Laudo médico detalhado, informando diagnóstico do AVC, CID, data do evento e justificativa do afastamento;
- Exames complementares (tomografia, ressonância, etc);
- Receitas de medicamentos e relatórios de tratamentos realizados;
- Atestados médicos recentes, especialmente assinados por especialistas, como neurologista;
- Documentos pessoais: RG, CPF, comprovante de residência;
- Carteira de trabalho e comprovantes de vínculo empregatício ou de contribuição ao INSS;
- Nos casos de possível BPC, apresentação de comprovantes de renda de todos os moradores da casa.
Quanto mais detalhado for o conjunto de documentos e relatórios, mais rápido e seguro o caminho para aprovação do benefício.

Como dar entrada no benefício: passo a passo
Com todos os documentos reunidos, chega o momento de iniciar o processo no INSS. Veja o roteiro básico para conduzir o pedido:
- Acesse o Meu INSS: Faça login na plataforma digital do INSS ou busque suporte em uma agência, caso não tenha acesso à internet ou sinta dificuldade com a tecnologia.
- Selecione o benefício correspondente: Escolha entre auxílio-doença, aposentadoria por invalidez ou BPC – dependendo da gravidade e situação trabalhista.
- Anexe todos os documentos: Digitalize com boa qualidade os laudos, atestados e exames. O sistema costuma pedir cada categoria separadamente.
- Agendamento da perícia médica: Será marcada uma data para avaliação, fundamental para confirmar a condição do requerente.
- Acompanhe o pedido: O status pode ser consultado regularmente na área do “Meu INSS” ou por telefone no 135.
- Compareça à perícia na data agendada: Leve cópias e originais dos documentos. Durante a perícia, responda com clareza e explique o impacto do AVC no seu dia a dia.
Mesmo com documentação robusta, o acompanhamento do andamento pode evitar transtornos, pois são frequentes pedidos de documentos adicionais ou esclarecimentos.
O que fazer diante de negativa do INSS?
Infelizmente, a concessão do benefício pode ser negada, mesmo com laudos médicos consistentes. Isso é mais comum do que se imagina. O principal motivo costuma ser algum documento faltante, relatório incompleto ou mesmo análise equivocada do perito. Nesse caso:
- Procure analisar o motivo da negativa, disponível no portal;
- Reúna eventuais novos exames, laudos ou argumentos;
- É possível solicitar um recurso administrativo diretamente no INSS;
- Em persistindo a recusa, avalia-se a possibilidade de ação judicial.
Recorrer em tempo é o que faz a diferença.
Muitas dessas orientações podem ser detalhadas em temas presentes na categoria de orientações legais no site da Dias Ribeiro Advocacia. Isso permite ao segurado se preparar melhor.
Direitos após o AVC: além do benefício financeiro
Ressalta-se que o apoio após um AVC não se limita ao valor financeiro. O acesso facilitado a reabilitação, compra de cadeiras de rodas ou medicamentos pode ter amparo na legislação. O beneficiário pode se informar sobre isenção de impostos, prioridade em filas e transporte gratuito, por exemplo. O conhecimento de direitos é frequentemente destacado nos conteúdos do projeto, principalmente na área de direitos dos segurados.
Onde buscar mais orientações e assistência jurídica
O entendimento sobre benefícios previdenciários cresce quando se busca conhecimento fundamentado em fontes confiáveis. Conteúdos como os da categoria previdência, no site Dias Ribeiro Advocacia, esclarecem dúvidas comuns e trazem orientações importantes sobre aposentadoria, regras de concessão e auxílios.
Em situações em que há dificuldade para juntar documentos, dúvidas sobre laudos médicos ou negativas injustas, buscar apoio jurídico pode ser o diferencial para destravar o processo. Desde a análise do caso até o acompanhamento no INSS e Justiça, um advogado oferece segurança no caminho para obter o benefício após o AVC.
Considerações finais
Ter um AVC muda a vida e impõe novas urgências. O caminho até o benefício do INSS pode ser curto, desde que o segurado siga cada etapa com atenção e reúna toda a documentação solicitada. Organizar laudos, se preparar para a perícia, acompanhar pedidos e conhecer os próprios direitos são os pilares do sucesso nessa jornada.
Para quem está nessa situação, buscar informações confiáveis, como faz o projeto Dias Ribeiro Advocacia, pode transformar dúvidas em decisões seguras e agilizar a conquista de benefícios essenciais. Conheça mais sobre outros benefícios e orientações visitando também temas de assistência social e aposentadoria disponíveis em nosso site. Precisa resolver seu caso? Acesse nossos conteúdos e conte com quem entende do assunto!
Perguntas frequentes sobre o benefício do INSS após AVC
Quais documentos preciso para pedir benefício após AVC?
O pedido de benefício após um AVC exige laudo médico detalhado, exames que comprovem o diagnóstico (como tomografia ou ressonância), relatórios de tratamento, receitas, atestados médicos recentes assinados por especialistas, documentos pessoais (RG, CPF, comprovante de residência), carteira de trabalho e comprovantes de contribuição ao INSS. Caso seja BPC, é necessário apresentar comprovantes de renda do grupo familiar. Ter a documentação completa faz toda diferença.
Como funciona a perícia do INSS após AVC?
O INSS agenda uma perícia presencial após receber o pedido e os documentos. Nessa consulta, o perito analisa os laudos médicos, conversa com o requerente e faz perguntas sobre as limitações ocasionadas pelo AVC. Durante a perícia, detalhar as dificuldades para atividades diárias é fundamental para demonstrar a incapacidade e aumentar as chances de deferimento.
Em quanto tempo sai o resultado do pedido?
O tempo para o resultado pode variar de cidade para cidade e de acordo com a demanda do INSS. Normalmente, após a realização da perícia, a resposta sai em até 30 dias. Em alguns casos há atrasos ou pedidos de documentação complementar, o que pode alongar o processo. Acompanhar pelo Meu INSS permite saber qualquer atualização em tempo real.
Quem teve AVC pode receber auxílio-doença?
Sim, quem sofreu AVC pode receber auxílio-doença, desde que a incapacidade para trabalhar seja comprovada e respeitando os requisitos de carência e qualidade de segurado. O auxílio é temporário, mas pode ser convertido em aposentadoria por invalidez caso a limitação persista sem previsão de melhora.
Vale a pena contratar advogado para o processo?
Buscar apoio profissional pode ser importante quando há complicações, dúvidas sobre os laudos e negativas do INSS. O advogado aumenta a precisão nos pedidos, evita erros documentais e orienta no recurso administrativo ou processo judicial se necessário. O auxílio especializado proporciona mais confiança e segurança no caminho para garantir o benefício após AVC.